Amor Sem Fim - Ian McEwan (Livro em PDF)

Em um romance sobre obsessão e amor patológico, Ian McEwan, autor de 'Reparação' e 'Na praia', usa as artimanhas e ironias do acaso para compor um cataclismo que mudará para sempre a vida de seus personagens. Joe Rose tinha planejado um fim de semana idílico no interior da Inglaterra, para comemorar o retorno de sua mulher que voltara de uma longa viagem de trabalho aos Estados Unidos. Depois de buscá-la no aeroporto, levou-a às colinas de Chiltern, meia hora ao norte de Heathrow, para um piquenique sob um carvalho. Mas, ao abrir uma garrafa de vinho, ouviu um grito desesperado de homem, depois o lamento fraco de uma criança. Antes que desse por si, correu para acudir, sem ouvir as palavras de cautela de sua mulher, que depois pareceriam querer evitar que ele partisse para sempre. O romance foi adaptado para o cinema pelo diretor Roger Mitchell, com Daniel Craig no papel de Joe Rose, e no Brasil recebeu o título de 'Amor para sempre'.

O Anticristo - Friedrich Nietzsche (Livro em PDF)

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Escrito em 1888, último ano antes de Friedrich Nietzsche perder a lucidez, este ensaio é uma das mais afiadas análises de que o cristianismo já foi objeto. Dando continuidade ao exame sobre a moral praticado na maioria de seus livros, em "O anticristo" o autor firma sua posição sobre a doutrina religiosa. Ele mostra como o cristianismo – ao qual chama de maldição – é a vitória dos fracos, doentes e rancorosos sobre os fortes, orgulhosos e saudáveis, persuadindo e induzindo a massa por meio de ideias pré-fabricadas. A partir da comparação com outras religiões, Nietzsche critica com veemência a mudança de foco que o cristianismo opera, uma vez que o centro da vida passa a ser o além e não o mundo presente. Até mesmo Jesus Cristo e o apóstolo Paulo são questionados, assim como grande parte de todos os dogmas cristãos, em um grande exercício filosófico. Tradução, notas e apresentação de Renato Zwick.

Além do Bem e do Mal - Prelúdio a uma Filosofia do Futuro - Friedrich Nietzsche (Livro em PDF)

Nietzsche considerava Além do bem e do mal seu livro mais importante e mais abrangente. Quase todos os temas de sua obra madura estão presentes aqui - o perspectivismo, a vontade de poder e suas ramificações, a crítica da moralidade, a psicologia da religião e a definição de um tipo de homem nobre.

A Ideologia Alemã - Karl Marx e Friedrich Engels

A Ideologia Alemã (originalmente A ideologia alemã: crítica da mais recente filosofia alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alemão em seus diferentes profetas; em em alemão: Die deutsche Ideologie. Kritik der neuesten deutschen Philosophie in ihren Repräsentanten Feuerbach, B. Bauer und Stirner, und des deutschen Sozialismus in seinen verschiedenen Propheten) é o primeiro livro escrito conjuntamente (mas não o primeiro a ser publicado pela dupla) por Karl Marx e Friedrich Engels. É considerado como um dos mais importantes livros escritos por estes dois autores e marca uma fase intelectual mais avançada de Marx, além de seu rompimento com o chamado hegelianismo de esquerda. O objetivo fundamental da obra é fazer uma crítica aos "jovens hegelianos", principalmente os filósofos Ludwig Feuerbach, Bruno Bauer e Max Stirner (que dão título, respectivamente, aos três capítulos do livro), como produtores de uma ideologia alemã conservadora, apesar de se auto-denominarem teóricosrevolucionários.
Marx aponta para o fato de que, para estes filósofos, as transformações da sociedade se originam somente no plano do pensamento e nunca alcançam arealidade concreta. Isto porque cada um deles, criticando a teoria hegeliana, adota um aspecto desta, sem romper com a falsa noção, segundo Marx, de que é o espírito humano, e não a atividade humana, o sujeito da história. Assim, para tais filósofos, as ideias adquirem autonomia e passam a subjugar o mundo, devendo o pensador, para transformar a realidade, substituir as ideias reinantes por outras que considere libertadoras e verdadeiras (uma consciência humana para Feuerbach, crítica para Bruno Bauer e egoísta para Max Stirner).
A elaboração do manuscrito foi concluída em 1846, ainda sem uma redação definitiva. De acordo com o que é informado no prefácio de Para uma Crítica da Economia Política, não foi possível a imediata publicação de tal material. No entanto, os autores não demonstraram amargura com isso:
"Abandonamos tanto mais prazerosamente o manuscrito à crítica roedora dos ratos, na medida em que havíamos atingido nosso fim principal: ver claro em nós mesmos."
Publicado postumamente e parcialmente ao longo dos anos, chegou totalmente ao público apenas em 1933, simultaneamente lançado em Leipzig eMoscou.