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O Homem que Venceu Auschwitz - Uma história real sobre a Segunda Grande Guerra - Denis Avey, Roby Broomby

O livro conta a extraordinária história real um soldado britânico que se infiltrou no campo de concentração de Auschwitz. No verão de 1944, Denis Avey trabalhava num campo de prisioneiros de guerra próximo ao campo de concentração de Buna-Monowitz, conhecido como Auschwitz III. Já tinha ouvido falar da brutalidade no tratamento dos prisioneiros de lá e estava determinado a testemunhar o que podia. Traçou, então, um plano para trocar de lugar com um prisioneiro judeu e infiltrou-se no campo de concentração, onde foi a testemunha ocular da barbárie que lá ocorria. Durante muitas décadas, Avey não se sentiu preparado para relatar a experiência do passado, porém agora, aos 91 anos, revela em seu livro tudo o que presenciou. O homem que venceu Auschwitz está desde seu lançamento na lista dos mais vendidos britânica.

Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil - Leandro Narloch

Existe um esquema tão repetido para contar a história do Brasil, que basta misturar chavões, mudar datas ou nomes, e pronto. Você já pode passar em qualquer prova de história na escola. Nesse livro, o jornalista Leandro Narloch prefere adotar uma postura diferente ? que vai além dos mocinhos e bandidos tão conhecidos. Ele mesmo, logo no prefácio, avisa ao leitor: "Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos." É verdade: esse guia enfurecerá muitas pessoas. Porém, é também verdade que a história, assim, fica muito mais interessante e saborosa para quem a lê.

Lincoln - Livro que baseou o filme de Steven Spielberg - Doris Kearns Goodwin (Livro em PDF)

Ao fazer uma análise do estilo de liderança de Abraham Lincoln, da maneira como ele entendia o comportamento humano e das alianças que construiu em seu governo, a premiada historiadora Doris Kearns Goodwin escreveu uma detalhada biografia política de um dos mais importantes presidentes norte-americanos. Um livro fundamental para o entendimento da Guerra Civil americana e seus principais personagens.

A Ideologia Alemã - Karl Marx e Friedrich Engels

A Ideologia Alemã (originalmente A ideologia alemã: crítica da mais recente filosofia alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alemão em seus diferentes profetas; em em alemão: Die deutsche Ideologie. Kritik der neuesten deutschen Philosophie in ihren Repräsentanten Feuerbach, B. Bauer und Stirner, und des deutschen Sozialismus in seinen verschiedenen Propheten) é o primeiro livro escrito conjuntamente (mas não o primeiro a ser publicado pela dupla) por Karl Marx e Friedrich Engels. É considerado como um dos mais importantes livros escritos por estes dois autores e marca uma fase intelectual mais avançada de Marx, além de seu rompimento com o chamado hegelianismo de esquerda. O objetivo fundamental da obra é fazer uma crítica aos "jovens hegelianos", principalmente os filósofos Ludwig Feuerbach, Bruno Bauer e Max Stirner (que dão título, respectivamente, aos três capítulos do livro), como produtores de uma ideologia alemã conservadora, apesar de se auto-denominarem teóricosrevolucionários.
Marx aponta para o fato de que, para estes filósofos, as transformações da sociedade se originam somente no plano do pensamento e nunca alcançam arealidade concreta. Isto porque cada um deles, criticando a teoria hegeliana, adota um aspecto desta, sem romper com a falsa noção, segundo Marx, de que é o espírito humano, e não a atividade humana, o sujeito da história. Assim, para tais filósofos, as ideias adquirem autonomia e passam a subjugar o mundo, devendo o pensador, para transformar a realidade, substituir as ideias reinantes por outras que considere libertadoras e verdadeiras (uma consciência humana para Feuerbach, crítica para Bruno Bauer e egoísta para Max Stirner).
A elaboração do manuscrito foi concluída em 1846, ainda sem uma redação definitiva. De acordo com o que é informado no prefácio de Para uma Crítica da Economia Política, não foi possível a imediata publicação de tal material. No entanto, os autores não demonstraram amargura com isso:
"Abandonamos tanto mais prazerosamente o manuscrito à crítica roedora dos ratos, na medida em que havíamos atingido nosso fim principal: ver claro em nós mesmos."
Publicado postumamente e parcialmente ao longo dos anos, chegou totalmente ao público apenas em 1933, simultaneamente lançado em Leipzig eMoscou.