Nietzsche para Estressados: 99 Doses de Filosofia para Despertar a Mente e Combater as Preocupações é um manual inteligente e estimulante que reúne 99 máximas do gênio alemão e sua aplicação a várias situações do dia a dia. A sabedoria de Nietzsche é de grande utilidade na busca de uma solução para uma série de problemas, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Este breve curso de filosofia cotidiana foi criado por Allan Percy para nos auxiliar nos momentos em que precisamos tomar decisões, recuperar o ânimo, encontrar o caminho certo e relativizar a importância dos fatos da vida. É indicado para quem procura inspiração no pensamento filosófico mais influente da era moderna para combater as angústias e os medos dos dias de hoje. Cada capítulo é iniciado por um aforismo do mestre, seguido de uma interpretação atual. Muitas vezes, sua sabedoria é associada às ideias de outros autores renomados, enriquecendo ainda mais o assunto. O legado de Nietzsche induz à reflexão e oferece uma forma mais inovadora de superar as dificuldades. Conheça algumas de suas frases marcantes: - O que não nos mata nos fortalece - O destino dos seres humanos é feito de momentos felizes e não de épocas felizes - Quem tem uma razão de viver é capaz de suportar qualquer coisa - O reino dos céus é uma condição do coração e não algo que cai na terra ou que surge depois da morte - Não há razão para buscar o sofrimento, mas, se ele surgir em sua vida, não tenha medo: encare-o de frente e com a cabeça erguida - Os maiores êxitos não são os que fazem mais ruído e sim nossas horas mais silenciosas
Assim Falava Zaratustra - Friedrich W. Nietzsche (Livro em PDF)
O livro narra as andanças e ensinamentos de um filósofo, que se auto-nomeou Zaratustra após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia. Para explorar muitas das ideias de Nietzsche, o livro usa uma forma poética e fictícia, frequentemente satirizando o Novo testamento. O centro de Zaratustra é a noção de que os seres humanos são uma forma transicional entre macacos e o que Nietzsche chamou de Übermensch, literalmente "além-do-homem", normalmente traduzido como "super-homem". O nome é um dos muitos trocadilhos no livro e se refere mais claramente à imagem do Sol vindo além do horizonte ao amanhecer como a simples noção de vitória. Amplamente baseado em episódios, as histórias em Zaratustra podem ser lidas em qualquer ordem. Mas aconselha-se que se leia em ordem, para melhor entendimento. A razão pela qual o livro possui uma linguagem, por muitos interpretada como difícil, é que o conhecimento é algo que só pode vir de dentro - Por exemplo, no lugar de Zaratustra falar "O homem deve ser superado!", Nietzsche faz com que o leitor em si chegue a essa conclusão; Como resultado, é uma forma de escrita, de comunicação mais eficaz do que a tradicional linguagem clara e de facílimo entendimento. Zaratustra contém a famosa frase "Deus está morto", embora essa também tenha aparecido anteriormente no livro Die fröhliche Wissenschaft (A Gaia Ciência) de Nietszche.
O Anticristo - Friedrich Nietzsche (Livro em PDF)
Escrito em 1888, último ano antes de Friedrich Nietzsche perder a lucidez, este ensaio é uma das mais afiadas análises de que o cristianismo já foi objeto. Dando continuidade ao exame sobre a moral praticado na maioria de seus livros, em "O anticristo" o autor firma sua posição sobre a doutrina religiosa. Ele mostra como o cristianismo – ao qual chama de maldição – é a vitória dos fracos, doentes e rancorosos sobre os fortes, orgulhosos e saudáveis, persuadindo e induzindo a massa por meio de ideias pré-fabricadas. A partir da comparação com outras religiões, Nietzsche critica com veemência a mudança de foco que o cristianismo opera, uma vez que o centro da vida passa a ser o além e não o mundo presente. Até mesmo Jesus Cristo e o apóstolo Paulo são questionados, assim como grande parte de todos os dogmas cristãos, em um grande exercício filosófico. Tradução, notas e apresentação de Renato Zwick.
Além do Bem e do Mal - Prelúdio a uma Filosofia do Futuro - Friedrich Nietzsche (Livro em PDF)
Nietzsche considerava Além do bem e do mal seu livro mais importante e mais abrangente. Quase todos os temas de sua obra madura estão presentes aqui - o perspectivismo, a vontade de poder e suas ramificações, a crítica da moralidade, a psicologia da religião e a definição de um tipo de homem nobre.
A Ideologia Alemã - Karl Marx e Friedrich Engels
A Ideologia Alemã (originalmente A ideologia alemã: crítica da mais recente filosofia alemã em seus representantes Feuerbach, B. Bauer e Stirner, e do socialismo alemão em seus diferentes profetas; em em alemão: Die deutsche Ideologie. Kritik der neuesten deutschen Philosophie in ihren Repräsentanten Feuerbach, B. Bauer und Stirner, und des deutschen Sozialismus in seinen verschiedenen Propheten) é o primeiro livro escrito conjuntamente (mas não o primeiro a ser publicado pela dupla) por Karl Marx e Friedrich Engels. É considerado como um dos mais importantes livros escritos por estes dois autores e marca uma fase intelectual mais avançada de Marx, além de seu rompimento com o chamado hegelianismo de esquerda. O objetivo fundamental da obra é fazer uma crítica aos "jovens hegelianos", principalmente os filósofos Ludwig Feuerbach, Bruno Bauer e Max Stirner (que dão título, respectivamente, aos três capítulos do livro), como produtores de uma ideologia alemã conservadora, apesar de se auto-denominarem teóricosrevolucionários. Marx aponta para o fato de que, para estes filósofos, as transformações da sociedade se originam somente no plano do pensamento e nunca alcançam arealidade concreta. Isto porque cada um deles, criticando a teoria hegeliana, adota um aspecto desta, sem romper com a falsa noção, segundo Marx, de que é o espírito humano, e não a atividade humana, o sujeito da história. Assim, para tais filósofos, as ideias adquirem autonomia e passam a subjugar o mundo, devendo o pensador, para transformar a realidade, substituir as ideias reinantes por outras que considere libertadoras e verdadeiras (uma consciência humana para Feuerbach, crítica para Bruno Bauer e egoísta para Max Stirner).
A elaboração do manuscrito foi concluída em 1846, ainda sem uma redação definitiva. De acordo com o que é informado no prefácio de Para uma Crítica da Economia Política, não foi possível a imediata publicação de tal material. No entanto, os autores não demonstraram amargura com isso:
- "Abandonamos tanto mais prazerosamente o manuscrito à crítica roedora dos ratos, na medida em que havíamos atingido nosso fim principal: ver claro em nós mesmos."
Política - Aristóteles
"A Política" é ao mesmo tempo obra descritiva, comparativa e crítica. Por seu senso de realidade, pelo contato direto com os textos e os costumes, ela se mostra rigorosamente científica; por sua integração com a filosofia de Aristóteles, aliás, considera sua Política a pedra de toque de todo o seu sistema, pois, contrariamente a tantas obras que se seguirão à sua, não separa a política da moral, tampouco a submete a esta última.
O Mundo de Ponta-Cabeça - Christopher Hill (Livro em PDF)
Dentro da revolução inglesa do século XVII, que resultou no triunfo da ética protestante - a ideologia da classe proprietária - houve a ameaça de uma outra revolução, completamente diferente. Seu sucesso poderia ter estabelecido a propriedade comunal e uma democracia mais ampla, poderia ter derrubado a Igreja estatal e rejeitado a ética protestante. Os grupos radicais que apresentaram essas propostas - diggers, ranters, levellers, quacres e outros - eram formados por homens e mulheres pobres, sem sofisticação ou educação, e, talvez por isso, raramente suas opiniões foram consideradas a sério. Porém muitas de suas exigências, tradicionalmente descartadas como fantasias impraticáveis, aproximam-se do radicalismo do nosso próprio tempo. 'O mundo de ponta-cabeça' é um retrato não da revolução burguesa que ocorreu na Inglaterra do século XVII, mas dos impulsos para uma radical reviravolta da sociedade, violentamente desejada e temida.
Saiu na Imprensa:
O Estado de S. Paulo / Data: 2/3/2003
Hill, um historiador que se inspirou em Eliot
Autor inglês aproximou-se da investigação a partir da literatura
ELIAS TOMÉ SALIBA
Especial para o Estado
"O século 17 produziu uma profunda dissociação em nossa sensibilidade que ainda não superamos." Esta frase de T.S. Eliot serviu de inspiração para Christopher Hill - segundo ele próprio conta em The Experience of Defeat - vocacionar toda a sua extensa carreira de historiador no sentido de compreender as revoluções inglesas daquele século. Hill morreu na segunda-feira, aos 91 anos. Nada a estranhar que a sensibilidade de um poeta tenha servido de inspiração para um historiador marxista. Como observa Hobsbawm - da mesma geração que Hill - na sua recente autobiografia, a Grã-Bretanha da década de 30 foi um dos raros países nos quais se desenvolveu uma escola de historiadores marxistas exatamente pelo contato intenso que esta geração teve com a literatura. Ela preenchia, já no curso secundário desses jovens, o espaço vazio deixado pela filosofia. Como todos que iniciaram sua formação intelectual naqueles anos de tensão, Hill acreditava que o marxismo era a única filosofia capaz de explicar satisfatoriamente o torvelinho de conflitos e perversidades da época. Esta peculiar aproximação do marxismo pelas vias oblíquas da literatura fez com que Hill - da mesma forma que Hobsbawm, Raymond Williams, E.P. Thompson e outros não menos notáveis - se preocupasse menos com o tema da evolução dos "modos de produção", com todo o jargão obscuro que o acompanhava, e mais com a natureza e o dilema de criadores culturais na sociedade - ou, em termos marxistas, "de que forma a superestrutura estaria ligada à base?" Hill provavelmente começou a se preocupar com esse tema desde o início de sua formação e, agarrando-se ao problema - como ainda observou Hobsbawm - "como um cachorrinho que se vê às voltas com um osso excessivamente grande".
Assim, a adesão ao marxismo, que já se fazia pelas vias mais heterodoxas e criativas, sofrerá uma inflexão em 1957, com a revelação dos crimes de Stalin no famoso relatório Kruchev e a invasão da Hungria pelas tropas soviéticas - momento no qual Hill, acompanhando grande parte da sua geração, rompe com o PC. É a partir daí que Hill publicou seus livros mais importantes, como O Eleito de Deus: Oliver Cromwell e a Revolução Inglesa, uma das mais documentadas e completas biografias dessa espécie de "Stalin puritano", e O Mundo de Ponta-Cabeça; Idéias Radicais durante a Revolução Inglesa de 1640 -, um estudo que disseca, de forma cabal e abrangente, o imaginário inglês, na época do regicídio e das sangrentas guerras civis.
Livros que se tornaram clássicos, porque sem eles é impossível se compreender não apenas como o capitalismo se fez à custa de uma violência fratricida, mas sobretudo, porque constituem uma comovente ilustração da história inglesa, arranhando o maior do seus mitos: o de uma sociedade em que o consenso evita o confronto. E o poeta, que escreveu a frase inspiradora para o historiador Christopher Hill no longínquo ano de 1921, talvez a repetisse, inteira, na era de Tony Blair.
Sobre o autor:
HILL, CHRISTOPHER
Um dos principais historiadores marxistas de sua geração, Christopher Hill estudou na St. Peter’s School, York, e no Balliol College, Oxford. Em 1934, tornou-se fellow do All Souls College, Oxford, e, em 1936, professor de história moderna no University College, Cardiff. Dois anos depois, passou a dar aulas e a orientar teses em história moderna no Balliol. Após ter servido na Segunda Guerra, voltou a dar aulas em Oxford, em 1945. De 1958 a 1965, foi professor de história dos séculos XVI e XVII, e, de 1965 a 1978, foi master do Balliol College. Depois de ter deixado esta instituição, foi professor visitante, durante dois anos, da Open University. Hill, fellow da Royal Historical Society e da British Academy, recebeu diversas menções honrosas das principais universidades britânicas. Morreu em 2003, aos 91 anos. Entre suas principais publicações estão: Origens intelectuais da Revolução Inglesa; A Revolução Inglesa de 1640; O mundo de ponta-cabeça; O eleito de Deus; Lenin and the Russian Revolution; Puritanism and Revolution; Milton and the English Revolution e A Turbulent, Seditious and Factious People: John Bunyan and His Church. A Bíblia inglesa e as revoluções do século XVII foi indicado para o NCR Book Award.
Clube da Luta - Chuck Palahniuk

O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder (livro em PDF)
Cartas anônimas começam a chegar à caixa de correio da menina Sofia. Elas trazem perguntas sobre a existência e o entendimento da realidade. Por meio de um thriller emocionante, Gaarder conta a história da filosofia, dos pré-socráticos aos pós-modernos, de maneira acessível a todas as idades.



